E graças a sua colaboração, temos o nome para nosso boletim.
Que é O Corujão
Um muito obrigado pela sua participação
terça-feira, 21 de abril de 2009
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
Anselmo de Cantuária
Anselmo de Cantuária, nascido no ano de 1034 e falecido no dia 21 de Abril 1109 como Anselmo de Aosta, e também conhecido como Santo Anselmo, foi um influente teólogo e filósofo medieval italiano de origem normanda.
Foi Arcebispo de Cantuária entre 1093 e 1109, por nomeação de Henrique I de Inglaterra, de quem foi amigo e confessor, porém acabou por se opor ao Rei na Questão das Investiduras. É considerado o fundador do escolasticismo e é famoso como o criador do argumento ontológico a favor da existência de Deus. Viria mais tarde a ser canonizado pela Igreja Católica, e declarado Doutor da Igreja em 1720, pelo Papa Clemente XI.
Santo Anselmo nasceu em Aosta, filho de um nobre e de uma mãe rica, Ermenberga. Seguiu a carreira religiosa, tendo estudado os clássicos e escreveu sempre em latim. Foi eleito prior em 1063, porque era considerado inteligente e piedoso. A sua biografia é-nos contada pelo seu discípulo, Eadmero. Era comum na Idade Média os religiosos procurarem o apoio da fé na razão. Anselmo escreveu uma obra sobre este assunto.
É considerado um dos fundadores da tradição escolástica. Anselmo procurava um argumento para provar a existência de Deus, e sua bondade suprema. Dizia que a crença e a fé correspondem à verdade e que existe um ser do qual não é possível pensar nada maior. Este ser não existe apenas na inteligência, mas também na realidade. Anselmo desenvolveu uma linha de pensamento sobre estas bases que foi retomada por Descartes e criticada por Kant.
Anselmo parte do pressuposto de que o homem encontra muitas coisas no mundo, algumas boas, que procedem de um bem absoluto, que é necessariamente existente. Todas as coisas tem uma causa, menos o ser incriado, que é a causa de si mesmo e fundamenta todos os outros seres. Este ser é Deus. Porém os seus argumentos não foram totalmente aceites. Anselmo chegou a arcebispo da Cantuária em 1093. Escreveu outras obras importantes, Do Gramático e Da Verdade, ambos em latim. Recebeu doações de terras para a Igreja, no entanto entrou em conflito com Guilherme, Rei da Inglaterra. Face ao desrespeito par com o Poder Real, Guilherme impediu Anselmo de viajar para Roma, desafiando o poder da Igreja.
Para Anselmo, a alma humana é imortal, e as criaturas seriam felizes e infelizes eternamente. Mas nenhuma alma é privada do bem do Ser supremo, e deve buscá-lo, através da fé. E, segundo Anselmo, Deus é uno. Para contemplá-lo devemos-nos afastar dos problemas e preocupações quotidianas.
Fonte: http://www.diario-universal.com/2007/04/morreu/anselmo-de-cantuaria, Dia 21 abril de 2009
Anselmo de Cantuária, nascido no ano de 1034 e falecido no dia 21 de Abril 1109 como Anselmo de Aosta, e também conhecido como Santo Anselmo, foi um influente teólogo e filósofo medieval italiano de origem normanda.
Foi Arcebispo de Cantuária entre 1093 e 1109, por nomeação de Henrique I de Inglaterra, de quem foi amigo e confessor, porém acabou por se opor ao Rei na Questão das Investiduras. É considerado o fundador do escolasticismo e é famoso como o criador do argumento ontológico a favor da existência de Deus. Viria mais tarde a ser canonizado pela Igreja Católica, e declarado Doutor da Igreja em 1720, pelo Papa Clemente XI.
Santo Anselmo nasceu em Aosta, filho de um nobre e de uma mãe rica, Ermenberga. Seguiu a carreira religiosa, tendo estudado os clássicos e escreveu sempre em latim. Foi eleito prior em 1063, porque era considerado inteligente e piedoso. A sua biografia é-nos contada pelo seu discípulo, Eadmero. Era comum na Idade Média os religiosos procurarem o apoio da fé na razão. Anselmo escreveu uma obra sobre este assunto.
É considerado um dos fundadores da tradição escolástica. Anselmo procurava um argumento para provar a existência de Deus, e sua bondade suprema. Dizia que a crença e a fé correspondem à verdade e que existe um ser do qual não é possível pensar nada maior. Este ser não existe apenas na inteligência, mas também na realidade. Anselmo desenvolveu uma linha de pensamento sobre estas bases que foi retomada por Descartes e criticada por Kant.
Anselmo parte do pressuposto de que o homem encontra muitas coisas no mundo, algumas boas, que procedem de um bem absoluto, que é necessariamente existente. Todas as coisas tem uma causa, menos o ser incriado, que é a causa de si mesmo e fundamenta todos os outros seres. Este ser é Deus. Porém os seus argumentos não foram totalmente aceites. Anselmo chegou a arcebispo da Cantuária em 1093. Escreveu outras obras importantes, Do Gramático e Da Verdade, ambos em latim. Recebeu doações de terras para a Igreja, no entanto entrou em conflito com Guilherme, Rei da Inglaterra. Face ao desrespeito par com o Poder Real, Guilherme impediu Anselmo de viajar para Roma, desafiando o poder da Igreja.
Para Anselmo, a alma humana é imortal, e as criaturas seriam felizes e infelizes eternamente. Mas nenhuma alma é privada do bem do Ser supremo, e deve buscá-lo, através da fé. E, segundo Anselmo, Deus é uno. Para contemplá-lo devemos-nos afastar dos problemas e preocupações quotidianas.
Fonte: http://www.diario-universal.com/2007/04/morreu/anselmo-de-cantuaria, Dia 21 abril de 2009
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
terça-feira, 14 de abril de 2009
AJUDE VOCÊ A ESCOLHER O NOME DO JORNAL DO CAJOB.

ELEIÇÕES DE 14 A 16 DE ABRIL

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM!!!!!!!!!
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
domingo, 5 de abril de 2009
Dia Internacional da Mulher
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
Homenagem ás mulheres do IFIBE.08/03/09
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
sábado, 14 de março de 2009
A Palavra de ordem.[1]
No âmago de uma instituição como é o IFIBE, comprometida com a qualidade e o bem-estar de seus educadores, educandos, sejam os que já estiveram por aqui e degustaram o sabor do SABER, sejam os que já estão saboreando esse SABER, e os que chegam para saborear esse SABER, a palavra de ordem é SINTAM-SE à vontade...
O CAJOB (centro acadêmico João Berthier), nos seus 50 anos, vem trabalhando com intuito de proporcionar aos acadêmicos um espírito de harmonia, amizade e solidariedade.
Visto que o IFIBE passa por um momento ímpar na sua história, com a inauguração da sua nova sede, juntamente com o Instituto de Teologia e Pastoral Itepa, lugares onde o exercício do SABER ganha em valores que nos acompanharam por toda a nossa vida.
No âmago de uma instituição como é o IFIBE, comprometida com a qualidade e o bem-estar de seus educadores, educandos, sejam os que já estiveram por aqui e degustaram o sabor do SABER, sejam os que já estão saboreando esse SABER, e os que chegam para saborear esse SABER, a palavra de ordem é SINTAM-SE à vontade...
O CAJOB (centro acadêmico João Berthier), nos seus 50 anos, vem trabalhando com intuito de proporcionar aos acadêmicos um espírito de harmonia, amizade e solidariedade.
Visto que o IFIBE passa por um momento ímpar na sua história, com a inauguração da sua nova sede, juntamente com o Instituto de Teologia e Pastoral Itepa, lugares onde o exercício do SABER ganha em valores que nos acompanharam por toda a nossa vida.
Aos acadêmicos que chegam as boas vindas, pois, são vocês que dão sentido a tudo isso. Sendo assim, o SABER ganha em amplitude e em conteúdo. Ganhamos todos nas diferenças e experiências existentes dentro de cada um aqui presente.
[1] Escrito pelo acadêmico do terceiro semestre, membro da coordenação do centro acadêmico, Vanderlei Pinto. por ocasião da festa de acolhida aos calouros realizada no dia 14.03.
[1] Escrito pelo acadêmico do terceiro semestre, membro da coordenação do centro acadêmico, Vanderlei Pinto. por ocasião da festa de acolhida aos calouros realizada no dia 14.03.
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
UMA POESIA SOBRE PLATÃO.[1]
Platão era um homem a frente do seu tempo,
Filosofo e de grande conhecimento
Fez bom uso do seu pensamento,
A academia ele fundou e muitos inspirou
A Fazer questionamentos.
Atenas é a cidade de seu nascimento,
Com Sócrates e Aristóteles dividia pensamentos,
A noção que ele deu de desenvolvimento
É que as realidades sensíveis e inteligíveis
Estão com a humanidade em todo momento;
Aristocles é o verdadeiro nome de Platão,
O mito da caverna de sua narração,
Descreve a humanidade em sua infeliz condição
Que somos imobilizados e aprisionados,
em busca de libertação;
Somos condenados a ver sombras em nossa frente,
E elas se tornam verdadeiras em nossa mente.
Dentro de uma caverna e presos por correntes;
dominados pela ignorância só damos importância
ás sombras ali presentes.
Mas olhando por outro lado
A situação de um preso libertado,
é ter seus olhos ofuscados,
Pela luz do conhecimento iluminando seu pensamento
Ao novo mundo oposto ao que fora criado;
O Mito da caverna, metáfora imaginada pela Filosofia
Há mais de dois mil anos, e quem diria,
Inspira reflexões do que acontece hoje em dia,
A ignorância é a prisão, o conhecimento é a libertação.
Desse mal que nos condenaria.
[1] Caroline Secchi, acadêmica do 1° semestre do curso de Bacharel em Filosofia, no Instituto Superior de Filosofia Berthier IFIBE. Por ocasião da atividade de acolhida aos calouros 2009. 16/02/09
Platão era um homem a frente do seu tempo,
Filosofo e de grande conhecimento
Fez bom uso do seu pensamento,
A academia ele fundou e muitos inspirou
A Fazer questionamentos.
Atenas é a cidade de seu nascimento,
Com Sócrates e Aristóteles dividia pensamentos,
A noção que ele deu de desenvolvimento
É que as realidades sensíveis e inteligíveis
Estão com a humanidade em todo momento;
Aristocles é o verdadeiro nome de Platão,
O mito da caverna de sua narração,
Descreve a humanidade em sua infeliz condição
Que somos imobilizados e aprisionados,
em busca de libertação;
Somos condenados a ver sombras em nossa frente,
E elas se tornam verdadeiras em nossa mente.
Dentro de uma caverna e presos por correntes;
dominados pela ignorância só damos importância
ás sombras ali presentes.
Mas olhando por outro lado
A situação de um preso libertado,
é ter seus olhos ofuscados,
Pela luz do conhecimento iluminando seu pensamento
Ao novo mundo oposto ao que fora criado;
O Mito da caverna, metáfora imaginada pela Filosofia
Há mais de dois mil anos, e quem diria,
Inspira reflexões do que acontece hoje em dia,
A ignorância é a prisão, o conhecimento é a libertação.
Desse mal que nos condenaria.
[1] Caroline Secchi, acadêmica do 1° semestre do curso de Bacharel em Filosofia, no Instituto Superior de Filosofia Berthier IFIBE. Por ocasião da atividade de acolhida aos calouros 2009. 16/02/09
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
O CAJOB TEM A ALEGRIA DE ACOLHER A TURMA 2009, ESTÃO SENDO PREPARADAS ATIVIDADES ARTISTICAS - CULTURAIS QUE SERÃO REALIZADAS PELOS CALOUROS. ESSAS SERÃO AVALIADAS E PREMIADAS, O QUE IRÁ CULMINAR COM A "GRANDE" FESTA A REALIZAR-SE NO DIA 14 DE MARÇO. PARTICIPE!!! CONTE COM A AJUDA DA COORDENAÇÃO DO CAJOB, E SINTA SE BEM AO COMPARTILHAR CONOSCO SEU FAZER FILOSOFICO, SEU AMOR A SABEDORIA.
O Centro Acadêmico João Berthier – CAJOB – nascido no ano de 1958, é um espaço de representação acadêmica do IFIBE. Esse espaço fará mercê as ações promovidas pelo CAJOB, bem como um incentivo à publicação de textos de acadêmicos e outros textos que, também, merecem atenção e reflexão na sua especificidade.
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